Para os que adoram games antigos

terça-feira, 23 de julho de 2013

Top 5 Consoles Antigos (especial)



Iaaaaaaêêêê galeraaa!!!! Eu disse que iria fazer alguns top's, e aqui estou eu!!!! Bom, vocês já viram que vamos começar os top's com um top 5 de consoles antigos, então não preciso explicar mais nada, bora logo com isso!!

Game Boy Advance

O GBA é o console que precisava entrar na lista, pois é o melhor portátil antigo que eu já vi, sem falar que os jogos deles eram muito bons, como todos aqueles Pokemons, o Metroid the other M, The legend of Zelda Minish Cap, e uma porrada de conversões de jogos do SNES para ele, como Super Mario World e Donkey Kong Land 1, 2 e 3.

Nintendo


É claro que não deixaria de falar do Nintendo (também conhecido como Famicon), pois foi ele que começou a era de ouro dos games (que dura até hoje) convertendo famosos jogos de Arcade para NES (Nintendo) e fazendo séries de muito sucesso, como o Mario Bros. , The Legend of Zelda, Metroid e outros.

Playstation 1
E a medalha de bronze vai para o Playstation 1!! Eu queria dar à ele uma posição melhor, mas ele não tem o quesito "muitos jogos marcantes" ou "início de séries famosas", mas mesmo assim conseguiu chegar aqui, mas por que?? Primeiramente, o seu controle é perfeito, encaixa na mão, é confortável, trouxe os analógicos (bolinhas) para os consoles e etc... É tão bom, que continua quase a mesma coisa até hoje. E também trouxe os CD's que ajudavam na pirataria e fama dos seu jogos, isso é bizarro, mas é verdade. E por último tem o seu processamento e gráfico, que eram muito inovadores e bonitos. Com tudo isso, conseguiu colocar a Nintendo e a Sega no chinelo.


Mega Drive

Pensei muito para colocá-lo nessa posição, era para o PS1 estar aqui, mas o Mega Drive tem muitos jogos bons, como por exemplo, a série Sonic, que conseguiu competir cara-a-cara com o Mario Bros. , o Mega Drive usava fita e tinha um controle bem curvado, isso o deixava mais confortável.

Super Nintendo
E com medalha de ouro, vocês já sabiam que ele estaria aqui, o Super Nintendo (SNES) !! O rei dos reis, com um potente processador, grande variedade de cores, controle nem tão confortável assim, e uma grande quantidade de jogos bons, como Top Gear, Donkey Kong Coutry, The Legend Of Zelda A Link to the Past, Super Metroid, Super Mario World, e muitos, muitos outros. O mais legal eram aquelas fitas piratas com 4 ou mais jogos, era uma boa economia.

Bom, terminamos o Top 5, ainda nessa semana teremos um Top 10, e digam o que vocês acharam desse Top 5, digam o que vocês achavam que deveria estar aqui!

Tchau!!


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Metal Slug

Sou só eu que acho que o sorriso dele parece o do Goku??
Iaaaaêêêê galeraaaaaaaaa!!! Voltei!!! Desculpem aí não ter postado semana passada, é que meu pai chegou na minha cidade e sabe como é, tem que aproveitar e passar o tempo com a família, mas para recompensar algumas postagens que não fiz, vou fazer alguns Top's (5
ou 10) de coisas relacionadas à jogos antigos. E o jogo de hoje é Metal Slug, um dos meus jogos para Arcade preferidos (apesar de não ter sido lançado inicialmente para ele).

Metal Slug foi lançado para Neo-Geo (nem sei que console é esse) e depois relançado para Arcade (o que eu irei analisar) , Virtual Console (do Nintendo Wii) , Neo Geo CD, Playstation e Sega Saturn.

Super Vehicle-001, mas o que é isso??
O jogo tem um gráfico muito, muito bonito, achei impressionante o realismo dos cenários, mas o que não foi realista foi o fato dos soldados inimigos serem evaporados quando levam um tiro. E o que achei mais impressionante foi a animação dos personagens e do cenário (o jogo todo) , mas achei o som do game meio ruim por conta dos gritos dos personagens (gritos de desespero) , mas os outros sons são normais. E por falar em sons, temos a música do jogo que combina com o estilo frenético do jogo (música no final da postagem, nem precisava dizer...).

Nunca peguei aquela armadura, mó decepção aqui véi...
 E também tem a sua jogabilidade, que é estilo correr e atirar, bem frenético, e para não quebrar esse ritmo, você não pode voltar o mapa , o que às vezes é chato, pois tem alguns caras que você pode salvar, e em troca eles te dão armas e comida (para recuperar a vida), mas se você avançar com a câmera e passar dele, não poderá voltar e ajudá-lo. Ele é 2D e tem várias pessoas ao mesmo tempo na tela, e por isso os inimigos evaporam quando mortos, para não travar o console (ou arcade) com tantos corpos no chão.

OK, P2, você tem uma boa mira...
A variedade de armas é grande, tem dês da pistolinha miserável que você ganha no início do jogo, até um lançador de bolar de fogo ou foguetes. Tem um tanque com metralhadora laser (laser azul) que também tem o canhão (se não tivesse, não seria um tanque) que detona tudo. Nos finais das fases, tem os chefões, que são tão difíceis (e chatos) quanto os da série Contra, por falar nisso o jogo é muito comparado com Contra. Metal Slug tinha um modo CO-OP que é praticamente igual a o modo normal, só que tem 2 players, um de armadura e outro com roupas normais. E pra terminar, queria dizer que o jogo é difícil, então é bom ter paciência se quiser zerá-lo, acredite em mim...


E por último, mas menos não menos importante, a história:

Soltar laser pelos olhos, que original...
O jogo acontece no século 21 em 2028 numa era conhecida como "A Era Do Terrorismo Contemporâneo". Nessa era existe uma guerra entre "A Rebelião" e "O Exército Regular", podem
Aquele símbolo no trem não lembra o do Nazismo??
Coincidência, não??
os dizer que "O Exército Regular", por lutar pela paz, é do bem, e "A Rebelião", por tentar mudar o mundo na base da porrada, é do mal.
"A Rebelião" é constituída por vários soldados treinados pro terrorismo e ficam espalhado por todos os lugares buscando somente o poder, já "O Exército Regular" é constituído por soldados organizados, treinados e muito bem equipados que estão em várias partes do planeta, mas tem uma falha que é a corrupção dentro da organização, e o fato dos superiores recusarem algumas missões.
O Vice-Almirante Morden era das forças navais e lutava pelo bem, era um destemido, forte e solidário, mas "O Exército Regular" bombardeia o Central Park, o que acaba matando seu filho, e para vingar-se, ele entra no "A Rebelião". Em 2025, Morden liderou os rebeldes na tentativa de matar o presidente dos Estados Unidos, mas não deu certo, e um ano depois
(2027) começaram um grande ataque contra "O Exército Regular", para eliminar todos os integrantes desse grupo. Os regulares receberam ordens dos seus superiores para conter o ataque terrorista, mas eles ignoram a ordem, o que possibilitou o ataque de surpresa que os rebeldes poderiam fazer com suas armas de tecnologia avançada.
Para ter seu contra-ataq
ue, os regulares criaram um mega tanque chamado "Super Vehicle-001" , que teve produção em massa para acabar de vez com "A Rebelião", mas os rebeldes roubam os tanques, por mais uma falha do "Exército Regular", que entra e pânico depois disso. Mas o tenente Jane Doe, ajudado por Marco Rossi e Tarma Roving, integrantes do "Esquadrão Falcão Peregrino" mantém forças e começam um ataque contra os rebeldes para recuperar o que perderam.
Depois de campanhas que diziam que os regulares poderiam vencer os rebeldes e trazer a paz, Morden é capturado e aprisionado numa prisão militar de segurança máxima para aguardar o seu julgamento.
O "Esquadrão Falcão Peregrino", por conseguir vencer sozinhos "A Rebelião", são adorados e conhecidos como heróis, enquanto o resto do "Exército Regular" é tratado como incompetente por não conseguir conter o ataque.

AHHHHHHHHH ACABOU!!! FINALMENTE!!!! Cara, que história grande, não tô acostumado com isso não...

Tchau!!

Nota final: 8,0


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble!


Iaaaêêêêê galera!! Voltamos com as postagens!!! Agora tenho internet, pois tinha me mudado e aí não pude postar pois ainda tinha que assinar a net, mas como tenho uma agora, as postagens vão voltar ao normal!!

E começando com a análise do DKC3 (Donkey Kong Country 3), vou logo dizer, é o DKC que eu mais odeio, pois não tem o Donkey nem o Diddy, e colocaram no lugar a Dixie e o Kiddy.

DKC3 continuou sendo exclusivo para Super Nintendo e publicado pela Rare, continua quase a esma coisa do outro e então irei falar somente do que mudou do DKC2 para esse, para ver a postagem do DKC2 clique aqui: Donkey Kong Coutry 2


A história do jogo tem a mesma temática do DKC2, salvar alguém que foi sequestrado, ela está aqui em baixo:



Donkey e Diddy foram pescar para comemorar a vitória sobre o K.Rool, mas não voltaram. Algum tempo depois os Kongs descobrem que eles foram raptados por uma figura misteriosa chamada KAOS e Dixie e Kiddy vão resgatá-los.


Bom, pelo menos a música do jogo é boa e se enquadra com as fases (estará no final da postagem). O gráfico é a mesma coisa e a jogabilidade também, acho que eles fora muito na onda do : "Em time que está ganhando não se mexe", mas parece que deu errado e ficou muito repetitivo.

A jogabilidade é quase a mesma coisa, a coisa que eu mais gostei que foi adicionada foi a movimentação livre pelo mapa para selecionar a fase, fora isso quase nada mudou.

Concluindo, o jogo continua quase a mesma coisa que o outro, tirou os personagens mais marcantes e não tem uma história boa, mas se você gosta da série DKC, recomendo jogar.

Nota final: 5,8

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Contra 3: The Alien Wars

Iaaaaaêêêê galera, beleza??? Finalmente resolvi fazer a análise do Contra 3!!! Queria a mais de 3 meses analisar esse jogo mas achei que tinha que analisar os anteriores primeiro, e eu não queria jogar eles, mas eu fiz e ela tá aqui, então coloque a bunda na cadeira (poltrona, sofá, mesa, alguém, cama ou outra coisa) e começar a ler!

Contra 3: The Alien Wars é um jogo de plataforma e tiro lançado para SNES que tem como principal característica a sua dificuldade absurda (vai ver é porque na maioria das vezes eu esqueço de mudar a dificuldade de normal para fácil, sei lá...) e, consequentemente, um divertimento bem grande para a maioria dos gamers hardcores (e os sortudos também, por que pra zerar esse jogo tem que ter muita mesmo!).

Contra 3 tem uma pequena história mixuruca (faz quanto tempo que não ouço alguém falar isso?) que não é de nenhuma importância para o comprometimento com o jogo. Segue ela aí:

Em 2636, dois anos após o jogo anterior, a terra é invadida por alienígenas, o que provoca uma guerra. Os protagonistas, Bill e Lance são chamados para metê bala na bagaça toda e vencer a guerra. FIM!!

História pequena não? Bom, é um jogo de tiro, então dane-se (brinks, a história sempre é importante, mas nesse caso não). A música dele é bem rápida e enjoativa, assim como o som das armas disparando, ela estará no final da análise. A jogabilidade é boa até, mas é meio difícil no começo, mas depois você se acostuma, ela é bem frenética e fica fácil de morrer, pois só de encostar uma vez no inimigo você morre, sendo que vários inimigos estão na tela, e você só pode ter no máximo 7 vidas. O jogo tem uma coisa bem legal que é depois de completar a fase, você vai para um tipo de barreira e tem uma visão de cima do personagem, isso é bem divertido, depois disso o nível acaba, são 6 níveis eu só consegui chegar até o chefão do 2º, dá pra ver como o jogo é difícil.

Para mim é o melhor jogo da série contra, já joguei vários, e esse foi o que eu mais gostei, ainda mais pelo seu belo gráfico e por sua jogabilidade em 2D.

Nota final: 7,4


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Doom 2: Hell On Earth


Iaaaaaaaêêêêê galera!!! Como algumas pessoas pediram pra mim, eu resolvi fazer essa análise do Doom 2, pois vi que uma das análises mais acessadas do blog é a do Doom.

Doom 2 é o meu preferido da trilogia, foi lançado para PC pela ID Software em 1994 e ganhou o prêmio de melhor jogo de ficção científica para computador de 1994.

OBS: Nesta análise só vou falar o que mudou do 1º jogo para o 2º, então se não leu a do 1º jogo é só vir aqui: Doom

História:

Após voltar são e salvo da lua em que você estava no Doom 1, o "cara do Doom" pensa em abandonar o ramo de militar e ter uma vida normal, só que quando volta para terra descobre que ela está infestada de demônios e os humanos estão se transformando em zumbis e fazendo com que só alguns humanos permaneçam vivos. 
Uma cena normal em Doom 2
Cientistas constroem uma nave gigante para transportar os sobreviventes para uma base espacial em Urano, mas a nave é dominada pelos demônios e meio que barra a estação, e aí nenhuma nave pode sair ou entrar lá. Para resolver toda essa bagaça, o cara do Doom vai pra estação procura pelo portal que leva o inferno para chegar lá e cortar o mal pela raiz.

A jogabilidade do jogo é a mesma, só que melhorada (então não é a mesma!!!) , agora você pode olhar para cima, mas ainda continua aquela coisa de que a mira não precisa estar à altura do inimigo para acertar nele. Uma arma foi adicionada, é a Super Shotgun, que dá mais dano que uma Shotgun normal, tem uma maior área de acerto, mas demora mais para recarregar. E agora o jogo tem várias fases, e eu ainda não consegui zerá-lo!! :(
Essa é a Super Shotgun
(prefiro chamar de espingarda de chumbinho)

O gráfico do jogo foi muito bem melhorado, com mais detalhes e dá pra ver melhor o que está longe de você, fora isso continua igual ao anterior. A música caiu muito, não esperava isso da série, talvez seja porque tem mais fases e cada fase tem sua música e por isso não tiveram tempo de caprichar muito nela, e aí ficou menos rockeira, e mais pop, não que eu não goste de pop, mas o jogo perdeu muito da sua atmosfera em que você se achava o mais poderoso cara do mundo (mais fraco que Chuck Norris, claro).



E por fim, Doom 2 teve vários inimigos acrescentados, e vou citá-los aqui: 

Chaingunnner
(tem uma Minigun e é fortão)


Nazi
(é de uma das fases secretas do jogo e é uma referência ao jogo Wolfstein 3D)


Pain Elemental
(o caco demon, com novo visual e mais forte)

Revenant
( um esqueleto bem chato de se matar, parece que são mortos revividos)

Macumba Macumbus
(é um gordão estranho que tem dois canhões de bolas de fogo)


Arch-Vile
(te ataca com fogo que cai do céu, é bem forte e chato)

Icon of Sin
(é o capeta, lança caveiras que invocam qualquer inimigo normal do jogo)

Nota final: 9,9

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