Iaaaaaêêêê galera, beleza??? Finalmente resolvi fazer a análise do Contra 3!!! Queria a mais de 3 meses analisar esse jogo mas achei que tinha que analisar os anteriores primeiro, e eu não queria jogar eles, mas eu fiz e ela tá aqui, então coloque a bunda na cadeira (poltrona, sofá, mesa, alguém, cama ou outra coisa) e começar a ler!
Contra 3: The Alien Wars é um jogo de plataforma e tiro lançado para SNES que tem como principal característica a sua dificuldade absurda (vai ver é porque na maioria das vezes eu esqueço de mudar a dificuldade de normal para fácil, sei lá...) e, consequentemente, um divertimento bem grande para a maioria dos gamers hardcores (e os sortudos também, por que pra zerar esse jogo tem que ter muita mesmo!).
Contra 3 tem uma pequena história mixuruca (faz quanto tempo que não ouço alguém falar isso?) que não é de nenhuma importância para o comprometimento com o jogo. Segue ela aí:
Em 2636, dois anos após o jogo anterior, a terra é invadida por alienígenas, o que provoca uma guerra. Os protagonistas, Bill e Lance são chamados para metê bala na bagaça toda e vencer a guerra. FIM!!
História pequena não? Bom, é um jogo de tiro, então dane-se (brinks, a história sempre é importante, mas nesse caso não). A música dele é bem rápida e enjoativa, assim como o som das armas disparando, ela estará no final da análise. A jogabilidade é boa até, mas é meio difícil no começo, mas depois você se acostuma, ela é bem frenética e fica fácil de morrer, pois só de encostar uma vez no inimigo você morre, sendo que vários inimigos estão na tela, e você só pode ter no máximo 7 vidas. O jogo tem uma coisa bem legal que é depois de completar a fase, você vai para um tipo de barreira e tem uma visão de cima do personagem, isso é bem divertido, depois disso o nível acaba, são 6 níveis eu só consegui chegar até o chefão do 2º, dá pra ver como o jogo é difícil.
Para mim é o melhor jogo da série contra, já joguei vários, e esse foi o que eu mais gostei, ainda mais pelo seu belo gráfico e por sua jogabilidade em 2D.
Iaaaaaaaêêêêê galera!!! Como algumas pessoas pediram pra mim, eu resolvi fazer essa análise do Doom 2, pois vi que uma das análises mais acessadas do blog é a do Doom.
Doom 2 é o meu preferido da trilogia, foi lançado para PC pela ID Software em 1994 e ganhou o prêmio de melhor jogo de ficção científica para computador de 1994.
OBS: Nesta análise só vou falar o que mudou do 1º jogo para o 2º, então se não leu a do 1º jogo é só vir aqui: Doom
História:
Após voltar são e salvo da lua em que você estava no Doom 1, o "cara do Doom" pensa em abandonar o ramo de militar e ter uma vida normal, só que quando volta para terra descobre que ela está infestada de demônios e os humanos estão se transformando em zumbis e fazendo com que só alguns humanos permaneçam vivos.
Uma cena normal em Doom 2
Cientistas constroem uma nave gigante para transportar os sobreviventes para uma base espacial em Urano, mas a nave é dominada pelos demônios e meio que barra a estação, e aí nenhuma nave pode sair ou entrar lá. Para resolver toda essa bagaça, o cara do Doom vai pra estação procura pelo portal que leva o inferno para chegar lá e cortar o mal pela raiz.
A jogabilidade do jogo é a mesma, só que melhorada (então não é a mesma!!!) , agora você pode olhar para cima, mas ainda continua aquela coisa de que a mira não precisa estar à altura do inimigo para acertar nele. Uma arma foi adicionada, é a Super Shotgun, que dá mais dano que uma Shotgun normal, tem uma maior área de acerto, mas demora mais para recarregar. E agora o jogo tem várias fases, e eu ainda não consegui zerá-lo!! :(
Essa é a Super Shotgun (prefiro chamar de espingarda de chumbinho)
O gráfico do jogo foi muito bem melhorado, com mais detalhes e dá pra ver melhor o que está longe de você, fora isso continua igual ao anterior. A música caiu muito, não esperava isso da série, talvez seja porque tem mais fases e cada fase tem sua música e por isso não tiveram tempo de caprichar muito nela, e aí ficou menos rockeira, e mais pop, não que eu não goste de pop, mas o jogo perdeu muito da sua atmosfera em que você se achava o mais poderoso cara do mundo (mais fraco que Chuck Norris, claro).
E por fim, Doom 2 teve vários inimigos acrescentados, e vou citá-los aqui:
Chaingunnner
(tem uma Minigun e é fortão)
Nazi
(é de uma das fases secretas do jogo e é uma referência ao jogo Wolfstein 3D)
Pain Elemental
(o caco demon, com novo visual e mais forte)
Revenant
( um esqueleto bem chato de se matar, parece que são mortos revividos)
Macumba Macumbus
(é um gordão estranho que tem dois canhões de bolas de fogo)
Arch-Vile
(te ataca com fogo que cai do céu, é bem forte e chato)
Icon of Sin
(é o capeta, lança caveiras que invocam qualquer inimigo normal do jogo)
Iaaaaaaaêê galera, beleza?? Voltei aqui depois de uma forte gripe (ainda estou gripado, só que um pouco melhor) e trouxe a análise de uma continuação de um jogo de corrida que eu já analisei pra vocês!! Dessa vez é o Top Gear 2 ! (se quiserem ver a análise do 1 clique aqui: Top Gear)
Top Gear 2 foi lançado para Super Nintendo, Mega Drive e um console chamado Amiga que eu nunca vi, mas foi lançado pra ele também.
A jogabilidade desse jogo é quase igual à do seu antecessor, só que melhor, agora tem mais nitros, o personagem que tá na carro fala por meio de balões (por exemplo: quando você usa o nitro ele fala "Banzai!" ou quando um carro tá na sua frente e bate a traseira em você ele fala: "Move out!") e também finalmente tiraram a tela dividida do single player e agora a tela é só sua no modo um jogador seu ganancioso!!
Move Over significa VAZA!
E agora acrescentaram o que eu sempre quis! A customização de carros, agora você pode escolher o pneu, motor, cor do carro e etc... Mas isso custa dinheiro, então eu nunca consegui avançar muito nessa parte do jogo. :(
Uma coisa que eu detesto nesse jogo, quando você bate o seu carro gira, e isso tira quase toda a sua velocidade. Na sua tela dá pra ver a velocidade, tempo, posição, mapa, marcha, volta, gasolina e o dano do veículo.
O gráfico do Top Gear 2 está muito melhor do que o do 1, pois está mais simples e colorido, e também pode-se ver mais o que está à frente da pista. Mas apesar do jogo ter avançado muito no gráfico, pecou na música, que no 1 era a número 1 de vários Top 10, mas agora ficou muito pior, não que seja ruim, ela é boa, mas nunca chegará aos pés da música tema do Top Gear 1 (a música do Top Gear 2 está no final da análise).
Bom galera, o jogo não tem história então acho que não tenho mais nada para analisar, mas seria bom ler a análise do primeiro Top Gear para saber melhor como é.
Algumas pessoas não sabem, mas
esse lugar da capa é um buraco cheio de lava.
Iaaaaaaaaaaaaaêêêêê galeraaaaaa beleza?? Não, eu não morri, eu fiquei uma semana sem internet, (agora estou usando GVT, não usem oi velox, é uma porcaria) aí não pude fazer a postagem da semana passada, mas aqui estou eu! E trouxe para vocês um jogo que eu tenho certeza de que todos que já entraram neste Blog já jogaram, e estou falando desse espetacular, incrível, deslumbrante (palavras complicadas para achar que sou inteligente) e deleitável jogo, o Mario Bros.!! (sim, com um ponto normal e um de exclamação mesmo, pois o título do jogo tem esse ponto, nem venham falar que estou escrevendo errado!)
Mario, o famoso Mario, foi um fruto do Arcade Donkey Kong (se quiserem saber mais sobre isso, vejam a postagem do Donkey Kong) onde o Mario enfrentava Donkey Kong para salva a sua namorada, a Pauline, mas essa é a história de outro jogo, vamos tentar focar nesse aqui. O jogo foi lançado em 85 para NES, foi o jogo que popularizou o console, e ganhou milhões e milhões de prêmios, inclusive o de jogo mais vendido de todos os tempos!! Ele vendeu 40 milhões de cópias e deixou famoso (e milionário) o seu criador, Shigeru Myiamoto, que também fez a série Zelda.
A música do Super Mario Bros. é conhecida por quase todos os seres-humanos, aliens (se existem, claro) e animais. É simplesmente perfeita, é alegre, não muito calma nem agitada, deixa as pessoas felizes (assim como a música Centerfold, pelo menos ela me deixa feliz, se quiser ouvir, ela está no final da postagem) , ela foi criada por Koji Kondo, e também estará no final da postagem.
Super Mario Bros. tinha um gráfico bonito, colorido e de certa forma, simples. E ficou ainda melhor no Remake para SNES "Mario All-Stars" , que tinha seus gráficos praticamente perfeitos.
Por falar em Remake, esse jogo recebeu versões oficiais para todos os consoles da Nintendo, com a exceção do Game Cube, Game Boy, Virtual Boy e Nintendo 64.
OK, vamos agora partir para a imensa história do jogo que é contada no seu manual.
Não existe nenhum lugar no mundo com montanhas dessa forma!
O Reino dos Cogumelos é um lugar calmo, da paz do reagge, mas um dia uma tribo de tartarugas que usavam magia negra (vish...) chamada Koopa invadiu o reino e transformou todos em pedras, barro, e flores. Tentando lutar contra os Koopas, a princesa Peach (filha do rei do Reino dos Cogumelos) vai pra cima deles, mas é sequestrada pelo rei dos Koopas, o Bowser. Ele pretende se casar com Peach e assim, tornar-se rei do Reino dos Cogumelos. Então o encanador Mario (não era fazendeiro?) vai à luta contra Bowser para resgatar a princesa e libertar os habitantes do reino.
Pois é, nem eu sabia que ele queria também resgatar os habitantes, agora faz sentido aqueles homens-cogumelos também serem salvos pelo Mario.
Descobri aqui que o cogumelo vermelho que faz o Mario crescer realmente existe, ele se chama Amanita Muscaria, e é bem parecido com o cogumelo dos jogos, ele é idêntico ao do Super Mario World! Olha a foto aí:
Por que colocaram olhos nele?? Ainda não entendo isso!
Ah é, esqueci de falar dos personagens, não são muitos, então vamos lá:
Mario
(encanador baixo e "meio" gordo)
Mario Verde Luigi
(irmão do Mario, também é encanador, é alto e magro, e também é verde)
Não achei ele na forma normal, mas com certeza ele é mais alto e magro que o Mario.
Peach
(a princesa que tomou o lugar da Pauline do Donkey Kong,ela é loira, mas nesse jogo é ruiva, luzes?)
A pensadora...
Bowser
(Vilão tartaruga, é grande e tem uns "espinhos" nas costas)
Bowser tinha uma cara de retardado...
Koopa
(tartaruga que fica andando por aí que nem um zumbi, é idiota)
E essa boquinha sexi??
Goomba
(a mesma coisa que o Koopa, só que menor e não tem casco)
Ela não anda, ela esguia!
Prestem atenção no contador de mundo lá em cima.
Mais uma coisa, (encarnei o tio do Jackie) no jogo existem as Warps Zones, onde você pode pular para outro nível, elas se encontrar na fase 2 do nível 1 e na fase 2 do nível 4. Existe também o Minus World ou mundo -1, a entrada dele fica na fase 2 do nível 1.
Super Mario Bros. tem uma ótima jogabilidade, só não gosto muito de quando ele desliza no chão, mas nada que interfira na dificuldade do jogo, (ou não, se você for o pior jogador do mundo, é claro) no jogo é possível jogar no modo Um Jogador com o Mario, e no Dois Jogadores com o Mario e o Luigi (eu sempre preferi o Luigi) , você é capaz de nadar, andar, correr, pular e atirar bolas de fogo quando pega a florzinha.
O jogo também teve sua versão de arcade que era meio que uma eliminação de Koopas para 2 jogadores, o Mario e o Luigi. Só que o jogo não era muito bom, então poucos conhece, vejam aí a imagem:
Finalmente derrotando pela 8ª vez!
Bom galera, a análise acaba por aqui, resolvi posta mais alguns vídeos com o tema do blog em outras postagens, então podem conferir. Tchau!!